30 abril 2007

Maravilhas do Mundo - 1



"Todos já ouviram falar das Sete Maravilhas do Mundo, mas poucos puderam vê-las pessoalmente. Para tal seria preciso viajar até a Pérsia, cruzar o rio Eufrates, chegar ao Egito, passar algum tempo na Élida, ir a Halicarnasso, na Cária, navegar até Rodes e ver Éfeso na Jônia..."
(Filo de Bizâncio, Sobre as Sete Maravilhas, escrito em 225 a.C., em Alexandria, Egito).

1. As Grandes Pirâmides de Gizé;
2. Os Jardins Suspensos da Babilônia;
3. A Estátua de Zeus em Olímpia;
4. O Templo de Ártemis em Éfeso;
5. O Mausoléu em Halicarnasso;
6. O Colosso de Rodes;
7. O Farol de Alexandria;

Na antiguidade existiam sete grandes obras construídas pelo homem e consideradas "As sete maravilhas do Mundo".
A lista dessas Maravilhas tem sido alterada muitas vezes, mas a lista mais usada e tida como a oficial foi feita no Século VI, d.C.
Esta lista considera como "As Sete Maravilhas do Mundo":





A grande pirâmide de Gizé.
É a única Maravilha que permanece intacta nos dias de hoje e está situada na margem esquerda do rio Nilo, no Egipto.
Foi construída pelo faraó Quéops, há 4.560 anos, para servir como sua sepultura.
Duas outras pirâmides menores foram depois construídas ao lado: as dos faraós Quéfrem e Miquerinos.





Pela sua grandiosidade - 230 metros de cada lado na base e 147 metros de altura (o equivalente a um prédio de 49 andares!) -, podemos ter ideia de quantos homens trabalharam e se sacrificaram para erguer um monumento que simbolizasse o poder de um faraó sobre o seu.




Os Jardins Suspensos da Babilónia.
Foram construídos pelo Rei Nabucodonosor no Século VI, a.C. para conquistar e agradar à sua esposa, Amytis, que sonhava com os campos e as montanhas verdes de sua terra natal, muito diferentes do local onde fora morar quando casou.
Os terraços foram construídos uns em cima dos outros e os jardins eram irrigados pela água bombeada do Rio Euphatres, um dos mais importantes da região da Mesopotâmia.
Nesses terraços estavam plantadas árvores, flores tropicais e alamedas de altas palmeiras.
Dos Jardins podia-se ver a beleza da cidade que ficava logo abaixo.
























A Estátua de Zeus, em Olímpia.
Foi feita pelo grande escultor Phidias no Século V, a.C.
Era uma grandiosa estátua de ouro e marfim com 40 pés de altura.
Na sua mão direita, havia uma estátua da Vitória e na esquerda, um ceptro - símbolo do poder, com uma águia pousada.
A ave simbolizava esta divindade.
Após 10 séculos de existência, a estátua foi destruída num incêndio em Constantinopla - hoje Istambul, na Turquia.
A única ideia que se tem da Estátua de Zeus vem das moedas de Elis, que se supõe carregar a figura original da Estátua.




















O Templo de Ártemis em Epheseus, construído pelos gregos na Ásia Menor.
Ao encontrarem os habitantes de Éfeso - fazendo culto a uma Deusa a qual identificaram como Ártemis (Diana) a deusa da caça.
Construíram um pequeno templo o qual foi reconstruído e aumentado muitas vezes.
Um louco chamado Herostratus incendiou o templo, mas foi reconstruído no ano 356 antes de Cristo.
No ano 262 da nossa era, o templo foi destruído para sempre durante a invasão dos godos, um povo antigo da Germânia.
Restaram cópias da famosa estátua de Ártemis que nos dão uma ideia da sua beleza.
A original foi feita de ouro, prata e pedra negra.
A parte superior do corpo estava nua e as vestes que cobriam as pernas e os quadris eram ornamentadas com relevos de abelhas e outros animais.















O Mausoléu de Halicarnassus, situado na Ásia Menor.
Há 2.350 anos, Artemisia, viúva e irmã do Rei Mausolus de Caria, país localizado onde hoje é a Turquia, a Rainha Artemisia, contratou arquitectos gregos para construírem um soberbo monumento sobre os restos mortais do rei seu marido e irmão.
Por incrível que possa parecer, Artemisia era mesmo casada com seu irmão.
Isso era comum na época, até mesmo no Egipto.
A tumba era um grande monumento, adornado por uma estátua de Mausolus e por esculturas de mármore com cenas da mitologia, isto é, cenas das histórias fabulosas dos deuses e heróis do mundo antigo.
O nome mausoléu passou a significar um monumento em memória dos que morriam e deveriam ser lembrados, como Mausolus.
Esta "maravilha" provavelmente foi destruída por um terramoto entre os séculos XI e XV.
As suas pedras foram reutilizadas em construções locais.














O Colosso de Rhodes.
Era uma grande estátua de bronze erguida por volta de 280 a.C. pelos cidadãos de Rhodes, capital da ilha grega no Mar Mediterrâneo - foi ocupada pelo exército de Demétrio Poliorcetes, general que mais tarde se tornou rei da Macedónia.
Com muita dificuldade, os ródios, habitantes da ilha, expulsaram o inimigo! O feito mereceu uma grande comemoração e dedicada a um deus especial: Hélio, o deus Sol.
A estátua media cerca de 30 m de altura e guardava a entrada do porto.
Foi destruída num terramoto em 224 a.C.
Só algumas centenas de anos depois de ter sido derrubada, os fragmentos foram vendidos como sucata.
Há registos de que foram necessários 900 carros puxados por camelos para transportar todo o seu bronze.




















O Farol de Alexandria, no Egipto.
A palavra 'farol' deriva de 'Pharos', uma ilha próxima de Alexandria, cidade portuária do Egipto.
Nesta ilha, há 2.280 anos, foi erguido o Farol mais famoso da Antiguidade.
A sua construção foi um grande sucesso da tecnologia e um modelo para todos os faróis desde então.
Há notícias de que tinha 135 metros de altura, o que hoje corresponderia a um prédio de 45 andares.
O Farol de Alexandria dividia-se em três partes: a inferior, quadrada; a do meio, com oito faces e a superior, cilíndrica.
Uma rampa em caracol elevava-se até ao topo, onde, à noite, brilhava o fogo, reflectido num potente espelho, formando um clarão que podia ser visto a mais de 50 quilómetros de distância.
Bem no alto, havia uma estátua de Hélio, o deus Sol, muito apropriada para uma invenção tão brilhante.
Na Idade Média, os árabes substituíram o farol por uma pequena mesquita. Manteve-se de pé até ao século XII.
Em 1477, o sultão Qa'it Bay construiu um forte a partir das suas ruínas.

29 abril 2007

Mafalda e Joaninha



Dia 29 de Abril em Tomar
Prova qualificativa de GA

Par Feminino Júnior
Mafalda e Joaninha








25 abril 2007

Nós



Hoje vou publicar umas coisitas da família.
Parece que chegou a paz a esta casa.

Passear, comer, tempo para a família e para os amigos.
Uns museus pelo meio, uma praia à vista... o tempo está excelente.
Pausa para campeonatos, stresses e outras coisas que já eram demais.
Música... muita música.
Cinema... muito cinema.
Paraíso!!!


































Um beijinho grandão para os nossos visitantes... muaaaaa.

25 de Abril - 1974-2007


A Memória nunca se apaga...
Seremos sempre capazes de a fazer prolongar por cada geração que passa










" O Futuro"

José Carlos Ary dos Santos

Isto vai meus amigos isto vai
um passo atrás são sempre dois em frente
e um povo verdadeiro não se trai
não quer gente mais gente que outra gente

Isto vai meus amigos isto vai
o que é preciso é ter sempre presente
que o presente é um tempo que se vai
e o futuro é o tempo resistente

Depois da tempestade há a bonança
que é verde como a cor que tem a esperança
quando a água de Abril sobre nós cai.

O que é preciso é termos confiança
se fizermos de maio a nossa lança
isto vai meus amigos isto vai.

22 abril 2007

Carmina Burana - 4


Os ensaiadores - treinadores



Amílcar Azenha
Formado pela escola de artes e ofícios do espectáculo em 95, obtém formação como actor, animador e acrobata, aprendendo várias técnicas de circo e teatro com professores estrangeiros, das escolas chinesas e russa.

Completa a sua formação profissional, com um estágio na escola de circo de Bruxelas, onde participa como intérprete na apresentação de um espectáculo de novo circo.

Frequenta o primeiro ano da escola superior de dança no ano de 1999 e em 2001, ingressa na escola de teatro “ Jacques Le Coq”, aprofundando a técnica de máscara neutra. Profissionalmente, tem integrado o elenco de várias produções de teatro, circo novo e dança, passando por vários teatros em Lisboa, Madrid, Amesterdão e digressões por vários países, tais como, Espanha, França, Holanda, Dinamarca, onde se destaca pela sua capacidade multidisciplinar.

Participou também como actor em várias peças de teatro, filmes e televisão.



Sara Castanheira
Iniciou os seus estudos em dança pela Royal Academy of Dancing e Impirial Society of Teachers já num regime de ensino integrado em 1991, na Escola de Dança Ana Mangericão.

Complementou a sua formação em 1992 no centro de formação do Teatro Nacional São Carlos.

Em 1993 é admitida na Escola de Dança Profissional BalleTeatro onde continua os seus estudos em dança e inicia a sua carreira profissional, como intérprete de dança contemporânea.

Durante o ano de 1997, em Lisboa, frequenta na companhia, como bolseira as aulas do coreógrafo Paulo Ribeiro.

Em 1998, inicia o ensino superior no Instituto Politécnico/Escola Superior de Dança, paralelamente, continua o seu trabalho com o BalleTeatro Companhia na área da interpretação.

Desenvolve projectos na criação de eventos e como performer, a convite de Moncho Rodrigues, onde realiza a concepção coreográfica de variados eventos reunindo várias áreas, como a composição musical, o teatro, moda e o circo.

Em 2001, trabalha em exclusivo na área da interpretação com o BalleTeatro Companhia e frequenta, a convite da Culturporto/Rivoli Teatro Municipal, workshops e master classes com grandes nomes da dança contemporânea, que se apresentaram no Porto, como Bill T Jones e Alan Platel, no âmbito da “Porto 2001- Capital Europeia da Cultura”.

Em 2002 encontra o desafio das primeiras criações coreográficas na área infantil. Dirige um grupo infantil para apresentações em televisão no programa “Batatoon” e espectáculos como o “ Circo Batatoon ”.

Encontra uma série de profissionais com os quais desenvolve trabalho nas mais variadas técnicas circenses. Criando assim a oportunidade de fusão entre a dança e o circo, na concepção do espectáculo “Circo Batatoon” e também na e interpretação de personagens.

Em simultâneo mantêm as suas produções em eventos e performances.
Em 2003, acompanha na criação coreográfica, o encenador André Gago, com o primeiro espectáculo de novo circo “Lua!”, uma produção Circo da Lua – Produção de espectáculos (distinguido com o subsídio máximo em 2002, para projectos pluridisciplinares pelo Ministério da Cultura).


Inicia a aprendizagem de diferentes técnicas de circo e desenvolve o projecto WIP (Work In Progress) com dueto acrobático, na área do novo circo.

A Música - (onde podemos ver o par Daniel e Mary)

8 - Chramer, gip die varwe mir

Chramer, gip die varwe mir
Mascate, dá-me rouge
die min wengel roete,
para deixar minhas faces vermelhas,
damit ich die jungen man
?
an ir dank der minnenliebe noete.
?
Seht mich an,
Olha para mim,
jungen man!
moço!
lat mich iu gevallen!
Deixa eu te agradar!

Minnet, tugentliche man,
Bons homens, amem
minnecliche frouwen!
mulheres dignas de amor!
minne tuot iu hoch gemout
O amor enobrece o espírito
unde lat iuch in hohen eren schouwen.
e te dá honra.
Seht mich an
Olha para mim,
jungen man!
moço!
lat mich iu gevallen!
Deixa eu te agradar!

Wol dir, werit, daz du bist
Salve, mundo,
also freudenriche!
tão rico de prazeres!
ich will dir sin undertan
Sempre te obedecerei
durch din liebe immer sicherliche.
?
Seht mich an,
Olha para mim,
jungen man!
moço!
lat mich iu gevallen!
Deixa eu te agradar!


22 - Tempus est iocundum
1.
Tempus est iocundum,
O tempo está agradável,
o virgines,
ó virgens,
modo congaudete
alegrai-vos com elas,
vos iuvenes.
rapazes!
O, o, o
Oh! Oh! Oh!
totus floreo,
todo eu floresço,
iam amore virginali
por amor de uma virgem
totus ardeo,
todo eu queimo,
novus, novus amor
de um novo, novo amor
est, quo pereo.
é que pereço!


2.
Mea me confortat
Minha obediência
promissio,
conforta-me,
mea me deportat
minha negação
negatio.
me deprime.
O, o, o
Oh! Oh! Oh!
totus floreo,
todo eu floresço,
iam amore virginali
por amor de uma virgem
totus ardeo,
todo eu queimo,
novus, novus amor
de um novo, novo amor
est, quo pereo.
é que pereço!


3.
Tempore brumali
No inverno
vir patiens,
o homem é passivo;
animo vernali
sob a brisa da primavera,
lasciviens.
lascivo.
O, o, o
Oh! Oh! Oh!
totus floreo,
todo eu floresço,
iam amore virginali
por amor de uma virgem
totus ardeo,
todo eu queimo,
novus, novus amor
de um novo, novo amor
est, quo pereo.
é que pereço!

4.
Mea mecum ludit
Minha virgindade
virginitas,
brinca comigo,
mea me detrudit
minha inocência
simplicitas.
me derrota.
O, o, o
Oh! Oh! Oh!
totus floreo,
todo eu floresço,
iam amore virginali
por amor de uma virgem
totus ardeo,
todo eu queimo,
novus, novus amor
de um novo, novo amor
est, quo pereo.
é que pereço!

5.
Veni, domicella,
Vem, donzela,
cum gaudio,
com alegria,
veni, veni, pulchra,
vem, vem, minha bela,
iam pereo.
estou morrendo!
O, o, o
Oh! Oh! Oh!
totus floreo,
todo eu floresço,
iam amore virginali
por amor de uma virgem
totus ardeo,
todo eu queimo,
novus, novus amor
de um novo, novo amor
est, quo pereo.
é que pereço!



O Tema "O Fortuna" dançado no gelo